quarta-feira, 2 de setembro de 2009

The Miss Jane Hard Rock Club Band!

Esse ano, a Miss Jane já participou da inauguração da Sede Casarão, do Grito Rock Cuiabá, do lançamento do Festival Casarão com Los Porongas, e agora vai participar do X Festival Casarão.

Banda portovelhense de Hard Rock existente desde 2007, a Miss Jane já passou por algumas transformações e atualmente conta com a seguinte formação: Aloísio Spadeto (vocal), Aécio Monte (guitarra), Ramon Alves (baixo) e Victor Benigni (bateria). Aécio e Victor já tocavam juntos em outra banda e chamaram Aloísio pra formar a Miss Jane. Pouco antes do Grito Rock Cuiabá, com a saída do antigo baixista, Ramon foi convidado pra se juntar à banda apenas com o intuito de apoio à apresentação durante o Grito. Acabou que ele ficou permanente na banda, surgindo assim a atual formação da Miss Jane.

Essa mudança de membros é vista pela banda de forma tanto positiva quanto negativa. Positivamente, eles acreditam que a mudança sempre traz energias novas, dá ânimo para os já componentes. Por outro lado, o início é sempre trabalhoso, requer mais desempenho. Como disse Ramon, “O primeiro passo é sempre o mais difícil”.

Outra conseqüência dessa troca de componentes da banda, é a transformação que ela sempre causa. A banda agora se encontra em processo de transição. Trata-se de um aprimoramento no estilo, mas sem deixar de lado o hard rock característico. A sonoridade mais direta, gravações e letras mais elaboradas são algumas das novidades, como disse Ramon: “Geralmente, o Aloísio ou o Victor trazem uma letra, e a gente vai trabalhando em cima da letra, já com algum direcionamento em mente. Ou o contrário, se alguém da banda já chega com alguma idéia de música em mente, a gente separa alguma letra e tenta encaixá-la”.

O novo EP da Miss Jane encontra-se atualmente em fase de pré-produção. A banda está trabalhando nas novas composições para então entrar em estúdio. O EP vai contar somente com músicas novas, inclusive com duas que já foram apresentadas ao público no Lançamento do Festival com Los Porongas. (‘Você e Nada Pra Fazer’ e ‘A Lápide do Passageiro’). O lançamento do EP está programado ainda pro segundo semestre de 2009.

O show considerado pela Miss Jane como mais marcante foi o do Grito Rock Cuiabá, foi a primeira vez que a banda saiu do estado e todos os fatores externos colaboraram. “O show todo foi bom : ambiente, equipamento, resposta do público. Foi bacana”, disse Ramon.

Além do palco, o baixista e o vocalista da banda também contribuem pro desenvolvimento do cenário da música independente atuando no coletivo Raio q u parta (www.raio-q-uparta.blogspot.com). O Raio Q Uparta é um Coletivo Independente de Comunicação de Porto Velho, cujas principais ações são o Blog Raio Q Uparta e a produção de eventos independentes, tendo como exemplo o 'Raio Apresenta: Lançamento do Festival Casarão com Los Porongas'. O Coletivo planeja ainda dar continuidade aos projetos do PodCast (PobreCast) e da WebTV num futuro próximo.

No que diz respeito ao Casarão, a expectativa é de um festival que vai trazer muitas surpresas ao público. “Quanto à Miss Jane, nós estamos preparando um repertório misto, que vai contar com músicas novas, mas também vai contar com músicas mais antigas e conhecidas do público daqui”.

Além do festival, do lançamento de um EP e do plano de participar de um festival fora do estado ainda esse ano, a banda pretende continuar evoluindo e trabalhando sempre. “O mais importante pra nós agora é manter uma pegada constante, em todos os sentidos: composição, gravação, material, apresentações, etc.”. Vamos aguardar e conferir tudo de perto!

Laís Molitor - Colaboradora

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Cerva Grátis lança seu CD na íntegra pro Casarão

A banda paraibana Cerva Grátis, que se apresentará no Festival Casarão no dia 4 e também na 1ª prévia dia 2, acaba de lançar seu primeiro álbum, intitulado "Aprecie sem Moderação", com o apoio do Coletivo Mundo, vinculado ao Fora do Eixo.

E é com exclusividade pro Casarão que a banda divulga o conteúdo integral do disco que, segundo o baixista João Paulo, foi vazado na internet. Eles impediram a divulgação descontrolada do material, mas em meio a falta de conhecimento das pessoas que divulgaram, resolveram lançar por conta própria.


E já que é pra apreciar o CD, apreciemos sem moderação.










Felipe Carlos - Coordenação do Blog

Fernanda Takai estará nesta quinta (3), no Sempre Um Papo

Fernanda Takai, John Ulhoa e Ricardo Koctus, integrantes da banda mineira Pato Fu, são os próximos convidados do projeto Sempre Um Papo.
No encontro, a vocalista da banda, Fernanda Takai, lança e conversa com o público sobre seu livro “Nunca Subestime uma Mulherzinha” e fala sobre o DVD “Luz Negra”. O material foi gravado ao vivo, no Teatro Municipal de Nova Lima, no interior de Minas, e traz 20 músicas, incluindo as do álbum “Onde Brilhem os Olhos Teus”. Além disso, o DVD contém clipes, cenas de estrada, bastidores e mini-documentário de sua última turnê. “Nunca Subestime uma Mulherzinha", da Panda Books, é uma coleção de contos e crônicas publicados por Fernanda Takai, nos jornais Correio Braziliense e Estado de Minas. São textos confessionais e bem-humorados, nos quais a autora descreve momentos de sua vida e cria outros que poderiam caber na vida de qualquer um.
Ricardo Koctus, baixista do Pato Fu, há 15 anos, conta sobre os bastidores e a experiência em lançar seu primeiro álbum autoral, intitulado Koctus. A produção do disco é de Gerson Barral e Carlos Eduardo Miranda, e traz 12 canções, entre elas Recado, Você Não Quer, Metade, Clara, Seja O Que For, Casa Vazia, Querida, Por Favor, Quero, Se Sorri Ou Se Chorei, Por Você e Ninguém Mais e Um Dia Mais Belo.
John Ulhoa, mais os dois músicos, falam também sobre a produção do DVD do Pato Fu, “Extra! Extra!”, que chamou a atenção do público e fãs já pelo nome. O título é auto-explicativo. São materiais de vídeo reunidos pelo grupo nos últimos anos, que foram transformados no projeto. Arquivos que poderiam aparecer como extra de um DVD de show, mas por ser exclusivo e extenso, mais de 150 minutos, a banda decidiu transformar em um só produto.
O bate papo acontece nesta quinta-feira (03/09), às 19h30, no auditório da Fimca (rua das Araras, 241, Jardim Eldorado). A entrada é franca e a lotação do auditório é por ordem de chegada. Informações através do telefone 9974 2814 ou pelo e-mail oficinadecomunicacao@yahoo.com.br. O evento faz parte da grande da programação do Festival Casarão 10 anos, que acontece em Porto Velho de 4 a 6 de setembro no Clube Mirante 2 e meio.
O “Sempre um Papo” é uma realização conjunta de Fred Perillo Comunicação e AB Comunicação com patrocínio do Governo de Rondônia, Prefeitura de Porto Velho e Fimca (Faculdades Integradas Aparício Carvalho), com apoio cultural da RedeTV Rondônia, jornal Diário da Amazônia, Exclusiva Livraria e Online Clipping.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Coveirooooos


Na 3ª noite do Festival Casarão, a penúltima banda a apresentar-se será a Coveiros. Com um considerável tempo de estrada, fãs fiéis e muitas experiências, a Coveiros vem com força total e muitas novidades pro festival.
A banda, que surgiu de um convite de uma professora pra uma apresentação de fim de ano na escola, sem muitas expectativas, está há quase 9 anos na estrada e hoje conta com Giovanni, no vocal, Bibi, na guitarra, Iuri, no baixo e Del na bateria. Desde a primeira experiência eles trazem coisas positivas para relatar, como disse Giovanni: “aceitamos sem nem mesmo saber tocar, foi legal e intenso, éramos todos extremamente tímidos o que acabava tornando as apresentações bem hilárias, mesmo assim sempre foi tudo muito legal”.
A Coveiros, que se “autorotula” no estilo Crossover, devido à mistura de hardcore com trash metal, tem como principais influências tanto grandes bandas do cenário nacional e internacional, como Sepultura, Slayer, Pantera, Superjoint e o próprio Ratos do porão (atração da última noite do Festival Casarão), quanto bandas locais como Ultimato e Merda Seca.
Eles consideram como show mais marcante dentro de casa o do Madeira de 2004, pois já que só os malucos da oficina do rock conheciam a banda, eles foram colocados para tocar às 17h da tarde. Mas ainda assim foram 20 minutos de show intenso, sem interrupções entre as 14 músicas apresentadas e com muita vibração e entrega do público, “me lembro de um dos organizadores chegando pra mim no final da noite e dizendo que nunca tinha visto uma banda tão violenta no palco e que o nosso show tinha sido o melhor do dia, quem estava na roda lá embaixo ou assistindo ao show sabe do que estou falando”, disse o vocalista da banda. Fora do estado, o show mais significativo foi o do Festival Calango, em Cuiabá.
Dentre as novidades da banda, uma vai servir como grande desafio e provação. Atualmente, a saída do Hélio Dantas, guitarrista da banda desde o princípio, interferiu no ritmo de ensaios e no funcionamento das próximas composições. Além de precisar de um bom tempo para as novas adaptações da banda, eles ainda não sabem exatamente como vai ser a partir de agora o processo de composição, já que o antigo guitarrista era o principal compositor das letras da Coveiros. Até o atual momento, a banda assim define a situação: “por enquanto eu (Giovanni) estou compondo os riff e as letras, mas dentro da banda existe espaço livre para todos os integrantes, vamos esperar pra ver como vai ser”. A saída do antigo guitarrista foi um momento ruim pra banda, mas ainda assim eles decidiram continuar pelo amor que têm ao nome “Coveiros” e ao que os representa.
Apesar das críticas quanto à falta de comprometimento e ausência em alguns shows marcados, eles vêem a evolução da banda de forma notória. No início era formada por 4 caras que nem sabiam ao certo o que fazer. Hoje, devido ao tempo de estrada, as formas da banda foram sendo moldadas, principalmente em relação às letras. Já quando perguntado sobre a evolução do cenário da música independente do estado, o baterista da banda respondeu de forma bem franca: “O cenário regional sobrevive da boa vontade do Vinicius de fazer o Casarão e de montar o bar Sede do casarão que foi uma puta idéia massa, mas que infelizmente não deu certo, fora isso o cenário é pobre e caótico... quando tínhamos tudo na mão pra engrenar uma parte da galera resolveu pular fora com uma desculpa esfarrapada, porém não vi nada acontecer depois disso, a cena morreu, ninguém faz eventos, não existe mais nada, eu, por exemplo, não toco pela cena, porque esse papo de cena é totalmente furado, isso não existe, toco pelos meus companheiros de banda e pela galera lá embaixo que curte o som e se acaba na roda, só. Não quero culpar ninguém sobre os fracassos, mas acho que se esses bunda-moles parassem de ouvir a conversa de fora, a coisa teria andado muito mais, tem muito pelego nessa cena, muito zé buceta, muito maria vai com as outras, muito paga pau de coisa de fora... e isso fode tudo”.
Outra novidade que a banda traz pro festival é o lançamento de duas novas músicas. Os caras estão empolgadíssimos com a idéia de abrir o show dos Ratos do Porão, um ícone do hardcore brasileiro, seguido pela banda, que sempre fez vários covers deles durante seus shows. Além das novas canções, a banda promete também mandar as músicas mais antigas e claro, um show violento e sem pausas!
Lais Molitor - Colaboradora

sábado, 29 de agosto de 2009

Banda Moptop ansiosa para o Festival Casarão
















(Assessoria)
O corte de cabelo que caracterizou a imagem do rock inglês no inicio dos anos 60 e que foi o símbolo da revolução comportamental, foi trazido da França para Hamburgo pelos existencialistas alemães. A imprensa britânica chamou o corte de moptop que, com suas franjas cobrindo as têmporas, é até hoje símbolo do que de mais clássico se produziu em termos rock n roll, de Iggy Pop & The Stooges a Ramones, enfim, uma ode visual à poesia beat, alegria e simplicidade do rock.
Utilizando essa simbologia no nome e com inspirações de todas as 5 décadas da história do rock, os cariocas Gabriel Marques (voz e guitarra), Rodrigo Curi (guitarra), Daniel Campos (baixo) e Mario Mamede (bateria) se juntaram, no final de 2003, com a intenção de fazer um rock honesto e direto. O resultado é uma sonoridade que mistura propostas do indie rock contemporâneo com pitadas de rock retrô. Em outras palavras, o MOPTOP emana a simplicidade do rock dos anos 50 e 60 amplificada pela estética punk. Buddy Holly, BrRock, Iggy & MC5 e muitas outras cores, assimiladas em um rock com sabor clássico e vigoroso. Suas influências variam entre Beatles, Ramones, Dick Dale, The Clash, Radiohead, Arctic Monkeys….. Aaah ...sim, sim nós amamos The Strokes.

ESTRADA - Completando cinco anos de existência, a banda já fez mais de 300 shows pelo Brasil e participou de alguns dos mais importantes festivais de música independente do país. A banda já coleciona prêmios importantes, como a etapa do Rio de Janeiro do festival “Claro Q é Rock”, o MTV VMB 2005 na categoria melhor website, troféu de revelação carioca no Prêmio London Burning de Música Independente (2004) entre outros. O Cd de estréia, Moptop, lançado pela Universal Music (2006), abocanhou alguns prêmios e indicações importantes. Entre elas, um dos melhores discos do ano pelo Jornal do Brasil (RJ), Correio da Bahia e no site Scream and Yell (que reúne a opinião de importantes críticos e jornalistas do país). Em abril de 2008, a banda entrou em estúdio para gravar o segundo álbum, que será lançado em setembro de 2009 pela gravadora Universal Music. A banda Moptop se apresenta no Festival Casarão, em Porto Velho, no Clube Mirante 2 e Meio no sábado (05). Os passaportes para o Festival Casarão podem ser adquiridos no valor de R$ 60 reais e estão a venda na loja Tutto Bello, na Discolandia e na Capri Bijouteria.
Confira uma entrevista exclusiva que a banda deu para o Festival Casarão:

É a segunda vez que vocês vem a Rondônia, já tocaram em outros estados da Região Norte?
(Daniel Campos) Sim tocamos também no Festival Varadouro (Acre) e já estavamos ansiosos para revisitar a Região Norte do país. Feito o convite, aí vamos nós.

Qual a sensação de saber que a banda possui fãs tão longe?
(Daniel Campos) É incrível. É muito bom saber que não existe fronteira para nenhum tipo de som, aos pouquinhos estamos conseguindo tocar por todo o país e sempe
ficamos impressionados com a recepção do público de rock no Brasil.
É sério que temos muitos fãs aí, eu quero ver hein.

Como a banda si senti em tocar no maior Festival de música independente de Rondônia ?
(Daniel) Adoramos festivais, não só pelos shows em si mas pelo clima de amizade e companherismo sempre muito forte nesses eventos. Tocar num festival tão tradicional é uma honra para banda, é a décima edição certo?

Sim, estamos na décima edição. E o que vocês sabem sobre Rondônia e Porto Velho?
(Daniel) Não conhecemos muito a região, o que sabemos sobre Porto Velho é justamente
sobre Festival Casarão, por outras bandas que já passaram por aí e pela Abrafin. Esperamos sair daí com uma boa impressão e com novidades do meio musical. Lembro que no caso do Acre além das lembranças do show saímos conhecendo uma banda muito boa de lá, Los Porongas. Esperamos conhecer bandas muito boa daí também e tenho certeza que vamos conhecer.

Deixem uma mensagem pra galera que aguarda com muita ansiedade a vinda da banda Moptop para a galera do Festival Casarão:
(Daniel) Estamos tão ansiosos quanto vocês para o nosso show! Prometemos muito Rock n Roll, alguns apertos de mãos e jogar muita coversa fora. Abraços, Yeah Rock !!!
Daniel Campos

Saiba tudo sobre a banda Moptop:
Site - www.moptop.com.br,
Fotolog - www.fotolog.net/_moptop_
Myspace - www.myspace.com/moptopyeahrock
YouTube - www.youtube.com/bandamoptop

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Festival Casarão terá seminários e workshop



Já começou a ser divulgada a programação para o IV Seminário de Cultura, História e Rock na Floresta, que faz parte da grade de programação do Festival Casarão 10 anos. O Festival Casarão que comemora sua décima edição começa sua programação na quarta-feira (02) com a Prévia do Casarão, que acontece no Antiquarius Pub com as bandas Cerva Grátis (PB), Ultimato (RO) e Ap12 (RO). Na quinta-feira (03), acontece no auditório da Faculdade São Lucas o “Especial Casarão – Sempre Um Papo”, com a banda Pato Fu e logo depois no Piratas Pub, acontece a segunda parte da Prévia do Casarão com as bandas Johny Rockstar (PA), Bicho Du Lodo (RO) e Trap (RO).
Na sexta-feira (04), a programação do Festival Casarão começa às 14h, na Biblioteca Municipal com um seminário sobre o Circuito Fora do Eixo com Pablo Capilé (Festival Calango) e com Talles Lopes (Festival Jambolada). As 16h30, um seminário com o tema “Associando-se na Música: Casas e Abrafin”, trará o Presidente da Casas Associadas, Claudião Pilha e o diretor institucional da Abrafin, Aluizer Malab.
No sábado (05), às 10h, na Unir, acontece um workshop com o tema “Como fazer um vídeo independente”, com o cinegrafista Orlando Lima, do canal Amazon Sat e as 14h30, acontece uma mesa redonda sobre o “Circuito Rondoniense de Música Independente” em um encontro dos Coletivos de Rondônia (Raio Q U Parta, Interior Alternativo e Vilhena Rock). O organizador do evento, Vinicius Silva Lemos, falou sobre a programação: “O nosso principal objetivo é discutir sobre cultura, discutirmos sobre o futuro da musica. Uma manifestação cultural igual o Festival Casarão tem que ir além da simples forma de transmissão cultural pelo show. Temos que pensar em debates e na política da cultura. Devemos estar ligados na economia da cultura e como fazer para melhorarmos isso e o estado e a cidade mostram que esses debates acabam sendo até mais importantes que os shows em si”, disse Vinicius.

PASSAPORTE - As atrações do Festival Casarão se apresentarão nos dias 04,05 e 06 de setembro, a partir das 19 horas, no Clube Mirante 2 e Meio. Os passaportes para participar do Festival Casarão e dos seminários estão a venda nas lojas Tutto Bello, Discolandia e Capri Bijouteria, podendo ser adquiridos no valor de R$ 60 reais, dando direito à participação em todos os seminários e a toda programação do final de semana.

* Mais informações: imprensacasarao@gmail.com (Mari Camata)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A anfitriã Ultimato


Além das bandas estreantes e das de outros estados, a X edição do Festival Casarão também contará, claro, com as bandas do estado de Rondônia. Dentre elas está a banda Ultimato, que será a 4ª a se apresentar na segunda noite do festival, sempre uma grande atração esperada pelo público.
A banda Ultimato, de Porto Velho, conta com a atual formação desde 2003, tendo nos vocais e idéias, Diego Bentes, Bruno José na guitarra, Gracildo Jr no baixo e na bateria, backvocal e tambores, Rodolfo Bártolo. Quando perguntado qual a fórmula para manter há tanto tempo a mesma formação, a resposta é consensual: paciência!
Os laços familiares foram os grandes contribuidores para esse encontro, já que os caras se conhecem naturalmente desde pequenos, pois os pais e avós conviviam juntos por serem habitantes desde o início dos bairros da cidade.
Talvez o fato de os familiares terem participado ativamente da história de Porto Velho e, conseqüentemente, terem passado à frente muitos relatos, seja o responsável pela paixão que os integrantes tem pela cidade, demonstrando isso explicitamente nas suas criações. A música “Em cima da pedra”, uma das de maior relevância, representa, por exemplo, a revolta de muitos portovelhenses quanto à implantação das Usinas de Santo Antônio e Jirau. “Nossa posição é de protesto ao que nos foi tirado, somos a favor do desenvolvimento, mas somos contra o mau uso de nossos recursos naturais”, disse o baterista Rodolfo Bártolo.
Segundo eles, as músicas surgem de um processo de discussões, em que, durante a formação, eles modelam, modificam e reviram o tema até achar a forma em que melhor conseguem expressar-se. A banda Ultimato, que lançou seu primeiro EP em 2008, considera o Rio Madeira o grande inspirador das idéias trazidas pela banda, além da origem afro-indígena, da psicodelia da floresta e do estilo hard-core caboclado de Porto Velho.
Para a banda, que já participou de outras edições do Casarão, Grito do rock, Varadouro, e outros festivais, cada show é singular e incomparável a outros, Rodolfo assim os definiu: “... em Rondônia é muito bom, sem dúvidas, porque tocamos para os amigos e amigos de amigos. É muito bom também tocar no Acre, nos sentimos em casa. E Goiânia, sem dúvidas, é um lugar onde os shows da Ultimato foram ultraquentes!”.
Ainda nessa semana, dia 29/08, a banda Ultimato se apresentará em Ji-Paraná, no evento “Eu quero é Rock”, que será importante para fortalecer intercâmbios e trocar informações com as outras bandas do cenário de música independente de Rondônia. Já na outra semana a banda fará em Porto Velho mais dois shows, um na I Prévia Casarão (02/09) e outro, já citado, na segunda noite do festival.
Durante a I Prévia, que será no Antiquáriu’s Pub, o EP da banda Ultimato, “Em cima da pedra”, poderá ser adquirido pelo valor de R$ 5,00, ou de graça, caso o ingresso da noite seja comprado com antecedência.
A banda promete um grande show em comemoração ao X ano do Festival Casarão, com direito a lançamentos de novas músicas. Com certeza estaremos lá conferindo tudo de perto!

Confira um bate-papo com Diego e Rodolfo:
Laís Molitor. diz:
Qual a música ideal pra se ouvir numa tarde, em cima das pedras, com a galera da ultimato?
Diego Bentes diz:
ahh..depende do gosto de cada um e do q tem acontecido ultimamente tbm. Nesse caso,pra se rebelar um pouco mais, Em cima da Pedra msm.
Rodolfo Bártolo diz:
queria muito poder ainda ouvir um som em cima das pedras.
Diego Bentes diz:
O som naão tá extinto. Só as pedras
Rodolfo Bártolo diz:
Lemon Song - Led Zeppelin
Laís Molitor. Diz:
Um ser admirável pra trocar uma idéia e tomar uma breja na beira do Madeira?
Diego Bentes diz:
Só a breja msm? haha
Laís Molitor. diz:
O resto é consequencia...
Rodolfo Bártolo diz:
algum figura né
diego bentes diz:
tanta gente ,cara..a própria galera dos porongas,q a gente se dá super bem... ou saulinho de rio branco q é um cara q tbm tem mto haver c a gente. nosso amigo gaspar...
Rodolfo Bártolo diz:
Basta estarmos sentados na mesa com a garrafa pra recebermos qualquer maluco... rs
Laís Molitor. diz:
Uma letra da Ultimato que todo mundo deveria conhecer e conscientizar?
Rodolfo Bártolo diz:
Saka, em cada letra nossa tem uma agulhada, Cidade Sol expressa em forma de clima e som o que PVH tem passado.
Diego Bentes diz:
uma q tbm passa um recado mto proveitoso é uma chamada "A risca divisória". Diz algo sobre limite de prazeres e a própria dependência. Ou vc entra pra não sair mais,ou sai pra não mais voltar. A gente chamava essa música "Sentimentos e Valores", e desde q havíamos feito a composição,já queríamos mudar esse nome. E agora ela fora rebatizada =]
Laís Molitor. diz:
E uma banda pra dividir o palco com a Ultimato numa noite voltada pra amigos e satisfações pessoais?
Diego Bentes diz:
para satisfações pessoais eu diria coveiros,merda seca,SUCO DI NÓIS!! sons pancada e q curtimos de verdade. são mto parte da música contemporânea da cidade tbm
Rodolfo Bártolo diz:
Poderiamos fazer uma lista pra uma jam session. Saulinho do Acre, Giovani Coveiro, BOCA (pvh), Bicho du Lodo, e muita cerveja gelada!
Laís Molitor. diz:
haha, bode crer! E pra finalizar, nada melhor que uma última palavra, um ultimato pra galera que vai ler a matéria e vai estar marcando presença no festival...
Diego Bentes diz:
Podem esperar um show enérgico e quente,assim como nossas almas,nosso som e nossa cidade!!
Rodolfo Bártolo diz:
quando o show começar, acendam todas as formas de pensar, é som da terra: Eletrobioenergético!




Lais Molitor - Colaboradora